Propostas da Realidade Virtual

Numa matéria da revista RollingStone com a chamada “Mãe ‘revê’ filha morta há quatro anos com ajuda de realidade virtual” é apresentado um cenário com fundo verde, rodeado de tecnologia de interação e hologramação e o visor que fabrica a perspectiva para o usuário. “Com o uso dessa tecnologia cada vez mais popular, Jang Ji-sung conseguiu brincar novamente com a filha Nayeon, que morreu aos 7 anos”, diz-se em seguida.

Ao seguir com a matéria, é dito o seguinte:

O canal de televisão sul-coreano MBCLife exibiu no último dia 6 (02/20), como parte de um documentário, o emocionante reencontro entre uma mãe e a filha morta em 2016, com o auxílio da cada vez mais popular tecnologia de realidade virtual.

Com o aparelho completo (composto por luvas, fone e óculos de VR) Jang Ji-sung conseguiu interagir com Nayeon, que morreu aos sete anos devido a uma doença incurável.

De acordo com o site PC Gamer, a equipe responsável pelo documentário demorou oito meses para criar todo o cenário do momento e também para recriar a menina.

A proposta da tecnologia de realidade virtual, ou o que poderia vir a ser uma réplica do pensamento Cartesiano sobre o mundo, deixou de se aplicar unicamente ao lazer e diversão, passou de um plano para outro: o de se tornar a realidade dominante. Neste caso em particular, aborda-se um caso trágico em que uma mulher/mãe perde sua filha, e como algo natural do próprio ser humano, que é o sentimento e o apego ao que se torna essencial na vida, como um filho, propor a possibilidade de vivenciar momentos marcantes é tentador, e mesmo compreensível, mas a infelicidade do todo avaliado é: existe um mundo de paredes de fundo verde, luvas, fones e óculos de RV onde é construído o que se quer ou não viver ou reviver e existe o mundo onde, bom e/ou ruim, acontecem tragédias que devem ser superadas, pois o RV, ainda que de uma tecnologia surpreendente, não impedirá que os carros passem por uma rua movimentada mesmo que se veja um campo florido em seu lugar.

Com o uso dessa tecnologia cada vez mais popular, Jang Ji-sung conseguiu brincar novamente com a filha Nayeon, que morreu aos 7 anos.

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Publicado por caiojoshua

Residente da cidade de São Paulo. Graduando em Marketing e Ciências Biológicas. Músico e Fotógrafo nas horas vagas. Estudante diário de Engenharia e Apologética.

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